Os plásticos especiais da Eastman já foram usados com sucesso em outras embalagens de produtos lançados pela Natura. O novo pote é totalmente transparente e brilhante, alinhando os atributos de valor e sofisticação da marca Chronos.
São Paulo, 15 de abril de 2008 - Alta transparência e brilho. Estes foram os principais motivos que levaram a Natura a empregar o uso da família de produtos The Glass Polymer™ da Eastman. A resina Eastar AN014™ Eastman foi utilizada na embalagem do novo Chronos Flavonóides de Passiflora, que chegou ao mercado para mudar os conceitos sobre refilagem de potes. Em seu exclusivo sistema, o refil é encaixado por baixo do pote e preso por travas móveis. Isto possibilitou a diminuição da quantidade de resina utilizada e também a diminuição do impacto ambiental gerado em decorrência de sua atividade industrial, sem prejuízo de eficiência e da elegância pertinentes as embalagens dos produtos do mercado de cosméticos high end (mais sofisticado), e em especial a família Chronos.
Os integrantes da área de plásticos especiais da Eastman comemoram mais uma bem sucedida aplicação do conceito The Glass Polymer™ por parte da Natura. “Cada vez mais o mercado sul-americano tem absorvido e aplicado com sucesso as vantagens que permeiam a família de plásticos especiais da Eastman. Não foi por acaso que uma empresa conceituada como a Natura optou por utilizar novamente, e em um projeto importante sobre o ponto de vista mercadológico e técnico, o Eastar AN014™ Eastman na embalagem do novo Chronos”, diz Roberto Ribeiro, gerente de negócios – Brasil da Eastman.
Pedro Fortes, diretor geral da Eastman no Brasil e de vendas da divisão de Plásticos Especiais para o Mercosul, endossa as palavras de Ribeiro e ressalta que o padrão de qualidade empregado pela Eastman em todas suas matérias-primas, aliado ao rígido critério de seleção da Natura, tem propiciado esta sinergia entre as empresas. “Temos trabalhado para que o conceito The Glass Polymer™ conquiste mais fatias do próspero mercado de plásticos especiais. Espero que possamos compartilhar nossos êxitos ao lado da Natura em vários outros projetos.”
Segundo Romulo Zamberlan, coordenador de embalagens inovação da Natura, a empresa adota critérios técnicos rígidos para a escolha das matérias-primas de suas embalagens. Custo, qualidade estética, resistência química e estabilidade dimensional são fatores importantes dos quais a empresa não abre mão. “As embalagens devem assumir critérios de qualidade em todas as dimensões, desde aspectos funcionais até chegar aos valores estéticos.”
Tendências do design - Para Zamberlan, nos últimos anos, existe uma vertente de mercado que tem absorvido uma tendência curiosa: a busca por embalagens que revelam simplicidade e leveza em suas nas formas. “O aspecto clean tem realçado ainda mais o produto contido na embalagem e os plásticos especiais da Eastman exploram muito bem os itens brilho e transparência. Conseqüentemente, o emprego destas matérias-primas apresentam vantagens competitivas para o forte mercado cosmético.”
Desenvolvimento sustentável - A questão ambiental é uma das vertentes da política de sustentabilidade adotada pela Natura. Tem como premissa a ecoeficiência ao longo de sua cadeia de geração de valor, favorecendo a biodiversidade e a responsabilidade social. Na questão mais específica do mercado de plástico, a Natura busca por aqueles atóxicos e que possam ser reciclados..
Sobre a Natura
A Natura (www.natura.com.br) foi fundada em 1969 e contava com um laboratório e uma pequena loja na cidade de São Paulo. Na trajetória da empresa, um dos pontos fortes do êxito está na opção, feita em 1974, pela venda direta. Surgiram, assim, as Consultoras Natura, participantes de um sistema hoje vitorioso não só no Brasil como nos outros países nos quais a companhia mantém operações. Com elas e com lançamentos de produtos inovadores, a Natura tem conseguido avançar mesmo em períodos adversos da economia. Nos anos 80, por exemplo, em plena "década perdida" no Brasil, a companhia cresceu mais de 30 vezes em faturamento.
Fortalecida, a Natura entrou em um novo ciclo de crescimento e, no fim da década de 80, promoveu uma ampla reorganização. Novas empresas, que entre 1979 e 1981 tinham se agregado ao grupo, fundiram-se em 1989. Surgia uma companhia com a atual constituição. Em seguida, no início da década de 90, a Natura explicitava suas Crenças e Razão de Ser, formalizava seu compromisso social e preparava-se para a abertura do mercado brasileiro às importações.
Em 1994, a Natura dava início à internacionalização, com presença na Argentina, no Chile e Peru, países nos quais estabeleceu centros de distribuição e trabalhou na formação de Consultoras. Novos negócios seriam acrescentados com a aquisição, em 1999, da Flora Medicinal, tradicional fabricante nacional de fitoterápicos.
Em 2000, inicia-se o terceiro ciclo na vida da empresa, uma fase de investimentos em infra-estrutura e capacitação, com a construção do Espaço Natura, um importante centro integrado de produção, logística, pesquisa e desenvolvimento de cosméticos,inaugurado em 2001, e o lançamento da linha Ekos, com produtos que incorporam ativos da biodiversidade brasileira obtidos de forma sustentável.